Nova direção da Plataforma de Direitos Humanos em Portugal toma posse
A Plataforma de Direitos Humanos em Portugal (PDH) iniciou um novo ciclo com a tomada de posse dos seus órgãos sociais, num mandato que a nova direção apresenta como centrado no reforço da articulação entre associadas e na ampliação da influência pública da organização.
A Assembleia Geral passa a ser presidida por Júlia da Conceição Alves, em representação da ACTUAR – Associação para a Cooperação e o Desenvolvimento. Como secretários, integram este órgão Ricardo Fernandes, do GAT – Grupo de Ativistas em Tratamento, e João Godinho Martins, da Amnistia Internacional Portugal.
A Direção é agora liderada por Ana Rita Brito, em representação da Akto – Associação para a Promoção dos Direitos Humanos e Democracia. A vice-presidência cabe a Alice Frade, da P&D Factor – Associação para a Cooperação sobre População e Desenvolvimento, enquanto a tesouraria fica a cargo de Sandra Oliveira, da 4Change, Cooperativa Cultural e de Solidariedade Social. Como vogais, integram ainda a equipa Julieta Esteves Sanches de Almeida Vasconcelos, da FENACERCI – Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social, e Joni Lopes, da Associação Academia Cidadã.
O Conselho Fiscal será presidido por Joana Frias Costa, da Inspiring Girls Portugal, contando com Jéssica Silva, da Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, e Ana Parada Costa, do GRAAL Portugal, como vogais.
Num comunicado dirigido às associadas, a nova direção sublinha o “sentido de responsabilidade e entusiasmo” com que assume funções, agradecendo a confiança depositada e destacando o papel crucial das organizações que integram a PDH na defesa da dignidade humana.
Entre as prioridades para este novo mandato, puderam destacar três eixos de intervenção: o reforço da rede interna, através de uma comunicação mais próxima e colaborativa entre as associadas; a ambição de ampliar a voz coletiva da PDH, procurando maior impacto junto das instituições e da opinião pública; e o compromisso de apoiar e representar as organizações-membro, com partilha de recursos e defesa dos interesses do setor “com rigor e transparência”.
A nova equipa dirigente defende que a plataforma deve afirmar-se como “um espaço dinâmico de partilha, cooperação e construção conjunta”, assumindo disponibilidade para acolher contributos e aprofundar o envolvimento em iniciativas comuns.
O mandato arranca, assim, com o objetivo declarado de consolidar a intervenção coletiva na área dos direitos humanos em Portugal, num contexto em que as organizações da sociedade civil procuram reforçar a sua capacidade de influência e cooperação.
